Parece que o ditado “O que é bom, dura pouco” é quase uma regra na vida de Débora. A moça estava ganhando uns bons trocados na uisqueria, desde que foi intimada a substituir a Outra no queijo. Mas na hora de fazer massagem em Antônio, Débora treme na base. Fica com nojo das costas sujas de graxa do homem e se recusa a trabalhar. Resultado? Jojô a expulsa da uisqueria, com uma mão na frente e outra atrás.
Desolada, Débora vai até a casa dos pais, pensando em pedir abrigo. Mas se lembra das duras palavras da mãe, que não quer vê-la nem pintada, e então desiste. Andando pelas ruas da Barra sem rumo, Débora vê duas garotas correndo e não entende nada.
Mas a resposta para o pânico das meninas vem a galope. De repente, de um carro saltam três pitboys. Eles partem para cima de Débora e a agridem. “Por favor, não me machuca!”, ela grita. Mas os rapazes dizem que ali não é lugar de mulheres como ela.
A sorte é que João Batista está passando pelo local bem na hora. Ele usa de esperteza e acaba assustando os rapazes, que recuam. João Batista se apossa do carro deles e chama Débora. Ela entra e os dois vão embora dali, deixando os pitboys para trás.
Alguns metros depois, João Batista, que se apresenta a Débora como “JB”, diz que é melhor eles abandonarem o carro. E então seguem a pé para a Portelinha. Ela, encantadíssima como seu novo príncipe, JB!
Assombração ou apenas uma brincadeira de mau gosto? É o que os moradores do dormitório querem saber! Em uma noite muito estranha, os alunos assistem a um programa na TV quando, de repente, as luzes da casa começam a piscar misteriosamente.
Sem entender nada e preocupados, eles resolvem descobrir o que está acontecendo. Nesse momento, Capitão e Dionísia entram na sala e pedem para que os alunos façam silêncio. Mas eles estão exaltadíssimos.
De repente, Yasmin entra na sala esbaforida e diz que há algo muito estranho no quarto. “Alguém entrou lá e mudou tudo de lugar. Tá uma bagunça danada. Muito esquisito, tava todo mundo aqui”, diz a morena. Os alunos percebem, então, que o dormitório está completamente revirado! É nessa hora que Angelina chega e encontra a confusão armada. Débora não perde tempo e a acusa de ser a responsável pela bagunça.
“A única que chegou depois foi a coisinha! Suspeito, né?”, provoca a nojentinha. As duas discutem e Capitão é obrigado a conter o tumulto. Porém, quando a galera começa a cumprir a ordem, Domingas avisa que o banheiro feminino também está todo revirado, com os chuveiros ligados e os cremes e sabonetes espalhados nas pias. “Não sei quem tá armando essa treta! Mas que o ‘bagúio’ está loco, está!”, fala Pedro, assustado.
Bem que Adriano tentou, mas não foi desta vez que ele conseguiu se entender com Béatrice. A confusão tem início quando o diretor resolve ajudar a sócia a se mudar para a casa de Félix e, para isso, arruma uma caminhonete – ou seria uma lata velha?
Ao ver o meio de locomoção conseguido por ele, Béatrice parece não acreditar. “Eu só vou entrar nesse carro porque realmente quero pegar minhas coisas ainda hoje”, diz ela.
Adriano liga a caminhonete, que depois de muito esforço sai vagarosamente pela rua. Minutos depois, o celular de Béatrice toca e é Félix, que a espera para um jantar. Mas se depender da velocidade da geringonça, a diretora vai demorar para chegar ao encontro. “Eu estou indo o mais rápido que eu posso”, fala Adriano. Os dois começam discutir até que uma fumaça sai do motor e o carro simplesmente pára.
A diretora pergunta o que está acontecendo e ele admite que a caminhonete quebrou. Então, Adriano se mete debaixo do carro para tentar resolver o problema, enquanto Béatrice só reclama. Se a situação já estava ruim, ela fica pior quando ele se suja todo de graxa. “Respeitável público, com vocês o Palhaço Graxinha”, debocha a diretora.
Com raiva, o professor aperta as bochechas da colega, que fica irada ao saber que também está suja. Os dois discutem outra vez e se sujam ainda mais, até caírem na risada. Depois de conseguir consertar o carro, os diretores finalmente chegam ao apartamento de Félix. Mas para a surpresa de ambos, o noivo de Béatrice aparece furioso e pergunta o que Adriano faz dentro de sua casa! Como eles conseguirão sair dessa?
O mistério continua no ar! Alguém está assustando os alunos do colégio Múltipla Escolha Ernesto Ribeiro. Após a bagunça enigmática nos dormitórios, agora, a galera encontra a sala de convivência pichada. Será que é assombração mesmo?
As meninas estão se arrumando para a aula quando Domingas aparece de repente aos berros. “Gentemmmm, pára tudo… Todo mundo pra sala de convivência”, grita. Imediatamente, todas correm para o lugar. Ao chegarem lá, as gatinhas tomam um susto. A parede do local está toda pichada com a seguinte frase: “Abaixo a fusão, saiam do Múltipla Escolha!” Sinistro, não? Depois, é a vez de os meninos, Capitão e Dionísia se chocarem com a cena.
Enquanto isso, Domingas, que não perde um furo jornalístico sequer, grava tudo com sua câmera. Entretanto, apenas até Valério mandá-la desligar a filmadora. “Droga…”, reclama ela, chateada. Béatrice e Adriano também ficam pasmos com a pichação. Quem será que cometeu esse ato de vandalismo? Isso é o que todos querem descobrir. Mas como?