Sexta Feira – 02/10
Desanimada, Maria Rita pede conselhos a Mariana sobre o casamento. Eleutério quebra a garrafa com o diabinho, deixando Zeca assustado. Zé do Correio pede para Zé Camilo entregar um telegrama a Padre Bento. Quando chega em casa, Zé Camilo abre o envelope e descobre que se trata do comunicado da anulação do casamento de Zeca e Rosinha. O peão decide não avisar a Zeca sobre o telegrama, para que o amigo não sofra mais. Zefa pede a Eleutério que não conte histórias do diabinho para seu filho que vai nascer. Tonha chora ao perceber que Zé Camilo foi embora sem ela. Rosinha e Das Dores comunicam, respectivamente, a Terêncio e Tobi, que estão grávidas. Já na estrada, Zé Camilo resolve mostrar o telegrama a Zeca. Mariana revela a Santinha que prometeu ir embora para um convento depois que a filha se casasse. Desesperado, Zeca volta correndo e toca o berrante, para chamar Maria Rita. Santinha foge, vestida de noiva, com a bênção de Antero. Otávio, que espera no altar, se surpreende ao ver a noiva indo embora. No campo, Zeca e Santinha se encontram e dão um beijo apaixonado.
Maria Rita já está resignada a se casar com Otávio, mesmo sem amá-lo. É quando ouve o som do berrante de Zeca, ecoando ao longe.
Ao saber, através de Zé Camilo, que a Igreja concordou em anular seu casamento com Rosinha, Zeca vai cavalgando até a fazenda de Antero, para chamar sua amada.
Percebendo que Santinha jamais será feliz com Otávio, o pai da jovem consente que ela fique com Zeca. Ele distrai Mariana, enquanto a noiva pega seu cavalo e foge para encontrar o “peão doutor”.
“Eu tava te esperando, Zeca! Eu tava te esperando!”, grita Santinha, ao se aproximar do “filho do diabo”.
Feliz da vida, ele a tira do cavalo e toma nos braços, dando um beijo apaixonado em sua Santinha.
“Eu te amo, Maria Rita! Eu te amo!”, murmura o peão. Finalmente os dois conseguiram ficar juntos, vencendo todos os obstáculos que atrapalhavam esse amor!
Se o destino de Zeca e Santinha parece já estar traçado – ela se casando com Otávio e ele pegando a estrada – muita coisa ainda pode mudar até o final de Paraíso! E o futuro desses dois está nas mãos de uma pessoa: Zé Camilo.
O peão violeiro mal podia imaginar a responsabilidade que estava colocando nas costas quando resolveu fazer um favor para Zé do Correio. Ele se ofereceu para entregar um telegrama a Padre Bento, que estava na fazenda de Antero, já que o carteiro estava sem locomoção e a correspondência parecia urgente.
Só que, depois de um dia cansativo, o peão acaba esquecendo de entregar o envelope ao pároco e só percebe isso quando chega em casa.
“Ara… Qua cabeça a minha! Seu Zé disse que pudia sê urgente! Má comé que eu vô chegá na casa da Santa, a essa hora da noite?”, diz o peão, agoniado.
Curioso, Zé Camilo resolve abrir o envelope. Se for urgente, ele dá um jeito de entregar a mensagem no dia seguinte, bem cedo.
Ao ler o conteúdo do telegrama, o peão violeiro quase cai pra trás. Ora essa! Saiu a anulação do casamento de Zeca e Rosinha no religioso!
Zeca parece ter perdido as esperanças de ficar com Santinha. Desanimado, o peão doutor resolve ter uma conversa séria com seu “pai”, o diabinho da garrafa.
“Que diacho de pai ocê é, me diz? Que diacho de pai ocê é?”, diz Zeca, olhando fixamente para a estatueta dentro da garrafinha.
Eleutério chega no quarto do filho e ficar irritado ao vê-lo naquele estado. Num ímpeto, o fazendeiro pega a garrafa das mãos e a joga no chão, bruscamente, fazendo com que ela se quebre.
“Esse diabinho nunca que teve podê nenhum! (…) Nem Deus, nem o diabo, nem santo nenhum pode mudá o destino d’um home, porque quem faiz o destino da gente sômo nóis! Ocê bota isso na cabeça, e joga fora esse boneco!”, declara Eleutério, deixando Zeca assustado.
O peão ainda se ajoelha no chão para pegar o diabinho mas acaba deixando-o em cima da cama. Pelo visto, os sonhos de Zeca se quebraram junto com aquele amuleto!