Revista Semanal de Novelas

Clarice da vexame

  • Novela em julho 23, 2007 as 7:45 PM

Geovana Antoneli,reinaldo GianechinniDante fecha um negócio de cargas que acha que vai ser ótimo e lucrativo. Agatha, que não perde a oportunidade de tentar aproximá-lo de Beatriz, diz fazer questão que eles saiam para jantar em um restaurante – dos bons! – comemorar o feito. Bia concorda com a idéia e diz que vai fazê-lo experimentar um vinho de mil dólares a garrafa. “Mil dólares? É vinho de ouro? Aceito! A Clarice vai adorar!”, anima-se.

Quando chega para buscar a esposa, Dante fica até meio sem jeito. Clarice, que se arrumou sob a consultoria de Elvira, desce a escada muito sorridente, mas totalmente cafona. E o pior, acha que está um luxo!

Beatriz e o irmão chegam para completar a mesa. Clarice fica surpresa quando Ariel a chama de gata e diz que Dante nunca mais a chamou assim e começa a se queixar dizendo que tem tempo que não recebe elogios do marido. “Clarice, vai se lamentar na frente da Beatriz?”, reclama o taxista. Para começar a noite, Beatriz pede escargots de entrada, para todo mundo. Clarice se enrola na hora de devorar o molusco. Ele voa e vai parar longe, constrangendo a todos.

Para acompanhar o prato principal – espaghetti com frutos do mar feitos no champagne –, Bia pede o tal vinho de mil dólares a garrafa, de uma safra especial. Clarice experimenta e acha um pouco forte demais. Dante bebe e aprecia o vinho. Beatriz explica que conhecer vinhos é uma arte e se surpreende quando Clarice diz que vai pedir refrigerante para misturar no vinho e deixá-lo mais docinho. Dante a repreende; afinal, não fica bem fazer isso com um vinho tão caro. Ela explica que fica mais gostoso e Dante não se contém: “Clarice, não seja brega!”. As palavras de Dante ofendem Clarice, que levanta da mesa aos prantos e vai embora. Ponto para Beatriz!


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